Olhamos para o mundo e vemos tudo a ser testado e melhorado, principalmente o que se relaciona com a tecnologia. Os especialistas, designam este estado de desenvolvimento dos produtos e serviços, pela “versão Beta”.

Com esta referência à tecnologia, podemos fazer uma comparação com o nosso desenvolvimento profissional. Em 2026, e à medida que chegam alterações nos diferentes mercados, a requererem da nossa parte, mais e mais competências, cada vez, mais diversas, passa-se o mesmo.

Ou seja, como profissionais devemos ver-nos a nós próprios da mesma forma. Isto é, como algo que está em construção contínua. Digamos que ter o 12º ano, é uma base para começar, mas é também o início do grande jogo que é a vida profissional. Contínuo, permanente e diversificado. Gostemos ou não!

Não estamos a falar de juntar diplomas uns atrás dos outros – que são importantes -, notas do “outro mundo” ou mesmo de termos que ser “génios”. Nada disso!

Queremos falar, da nossa agilidade mental. Ou, por outras palavras, da necessidade e da capacidade de desaprendermos formas antigas de fazermos as diferentes tarefas a que nos propomos nos mais diversos locais de trabalho.

Em mercados onde a Inteligência Artificial se está a instalar, automatizando cada vez mais tarefas repetitivas, o que fica para o lado humano que integra as diferentes organizações, é a capacidade de resolver problemas a partir de situações reais, naturalmente com o apoio, na rectaguarda, de estruturas tecnológicas e de dados, cada vez mais completas e sofisticadas.

Sabermos trabalhar com autonomia, estruturar situações, ouvir, falar e trabalhar em grupo, falando “a mesma língua” dos colegas de trabalho e ter formas de comunicação ajustadas com todos aqueles que não são da nossa “especialidade”, já faz toda a diferença, hoje mais do que nunca.

Como começo a aplicar esta agilidade mental?

Pergunte a si mesmo, quais são as tarefas que mais evita no seu local de trabalho, por não dominar este ou aquele aspecto da sua função e que retarda o resultado do seu trabalho. É por aí, que deve começar a sua formação.

Para saber às “quantas anda o mundo”, na sua área de trabalho e desta forma manter-se actualizado relativamente às tendências, siga nas redes sociais, dois ou três especialistas sérios e aprenda com eles.